The perspective of paramedics about on-scene termination of resuscitation efforts for pediatric patients☆
Abstract
Objectives: The purpose of this study was to assess the attitude of paramedics to on-scene termination of cardiopulmonary resuscitation (T-CPR) efforts in children prior to developing a pediatric T-CPR policy. Methods: A 26-item anonymous survey was conducted of all of the active paramedics in a large urban EMS system where T-CPR had been practiced routinely for adults. Questions addressed paramedic demographics, training level, experience with adult and pediatric advanced cardiac life support (ACLS), experience with T-CPR in adults, T-CPR case scenarios, and T-CPR in children. Results: All 201 paramedics in the system (mean age=34.2 years; mean years as paramedic=8.5) completed all relevant items of the survey (100% compliance). Two-thirds had provided ACLS for cardiac arrest to >50 adults (93% >10 adults) and more than one-third had performed ACLS on >20 children (72% >5 children). In addition, 90% had participated in T-CPR for adults. The majority of paramedics reported at least occasional (pre-defined) difficulty with adult T-CPR including family confrontation, 43%; personal discomfort, 13%; disagreement with physician decision to continue efforts, 11%; and fear of liability, 10%. Paramedic self ratings of comfort with terminating CPR on a scale from 1 to 10 (1: very comfortable; 10: uncomfortable) for adults and children were 1 and 9, respectively (P<0.001). In addition, the clear majority (72%) responded that children deserve more aggressive resuscitative efforts than adults. Conclusions: Paramedics feel relatively uncomfortable with the concept of terminating resuscitation efforts in children in the pre-hospital setting.
Sumàrio
Objectivos: O objectivo deste estudo foi saber como se sentem os paramédicos com a ideia do cessar “em-cena” os esforços de reanimação cardio-pulmonar (T-CPR) em crianças antes do desenvolvimento de uma polı́tica de T-CPR pediátrico. Métodos: Distribuiu-se um questionário anónimo de 30 pontos a todos os paramédicos em actividade num grande sistema EMS urbano onde T-CPR era praticado por rotina em adultos. As questões diziam respeito a dados demográficos dos paramédicos, nı́vel de treino, experiência em suporte avançado de vida (ACLS) para adultos e pediátrico, experiência com T-CPR em adultos, cenários T-CPR e T-CPR em crianças. Resultados: Todos os 201 paramédicos do sistema (idade
anos; média de anos como
) completaram todos os pontos relevantes do questionário (
). Dois terços deles tinham realizado ACLS em > 50 adultos (93% >10 adultos) e mais de um terço tinha realizado ACLS em >20 crianças (72% >5 crianças). Além disso, 90% tinham participado em T-CPR em adultos. A maioria dos paramédicos manifestou dificuldade pelo menos ocasional (pré-definida) com o T-CPR em adultos, incluindo a confrontação com a famı́lia: 43%: desconforto pessoal: 13%; desacordo com a decisão médica de continuar os esforços: 11% e medo da responsabilidade: 10%. Os nı́veis de desconforto dos paramédicos ao cessar CPR numa escala de 1 a 10 (1: muito confortável; 10: desconfortável) para adultos e crianças eram de 1 e 9, respectivamente (P>0.001). Além disso, uma maioria clara (72%) responderam que as crianças merecem esforços de reanimação mais agressivos que os adultos. Conclusões: Os paramédicos sentem-se relativamente desconfortáveis com a ideia de cessar esforços de reanimação em crianças em contexto pré-hospitalar.
Resumen
Objetivos: El propósito de este estudio fue inventariar el confort de los paramédicos con el protocolo para detener en escena los intentos de reanimación cardiopulmonar (T-CPR) en niños antes de desarrollar una polı́tica pediátrica de T-CPR. Métodos: Se condujo una encuesta anónima de 30 ı́tems entre todos los paramédicos activos en un gran sistema urbano de servicio de emergencias médicas EMS donde el T-CPR ha sido practicado rutinariamente en adultos. Las preguntas abordaban aspectos demográficos del paramédico, su nivel de entrenamiento, experiencia con soporte vital cardı́aco avanzado (ACLS) en adultos y en niños, experiencia con T-CPR en adultos, escenarios de T-CPR y T-CPR en niños. Resultados: Todos los 201 paramédicos del sistema (edad promedio=34.2 años; promedio de años como
) completaron todos los ı́tems relevantes de la encuesta (100% ). Dos tercios de ellos han proporcionado ACLS para paro cardı́aco en > 50 adultos (93% >10 adultos) y mas de un tercio ha realizado ACLS en >20 niños (72% >5 niños). Además, 90% ha participado en T-CPR en adultos. La mayorı́a de los paramédicos reportaron al menos dificultad ocasional (predefinido) para realizar T-CPR en adultos incluyendo confortar a la familia, 43%; incomodidad personal, 13%; desacuerdo con decisión médica de continuar esfuerzos, 11%; temor a la responsabilidad legal, 10%. El puntaje asignado a confort con terminar el CPR en una escala de 1 a 10 (1: muy confortable; 10: no confortable) en adultos y en niños fue 1 y 9, respectivamente (P<0.001). Además, la clara mayorı́a (72%) respondió que los niños ameritan esfuerzos de resucitación mas agresivos que los adultos. Conclusiones: Los paramédicos se sienten relativamente incómodos con el concepto de terminar los esfuerzos de resucitación en niños en el ambiente prehospitalario.
Keywords: Paramedic, Cardiac arrest, Cardiopulmonary resuscitation (CPR), Medical Futility, Pediatric Resuscitation, Ethics
Palavras Chave: Paramédicos, Paragem cardı́aca, Reanimação cardio-pulmonar (CPR), Futilidade médica, Reanimação pediátrica, Ética
Palabras Clave: Paramédicos, Paro cardı́aco, Reanimación cardiopulmonar (RCP), Futilidad médica, Reanimación pediátrica, Ética
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☆ Presented as an abstract at The Annual Meeting for the Society for Academic Emergency Medicine, 20 May 1997 in Washington, DC.
PII: S0300-9572(03)00363-0
doi:10.1016/j.resuscitation.2003.09.013
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