Is female sex associated with increased survival after out-of-hospital cardiac arrest?
Abstract
Aim: To evaluate survival after out-of-hospital cardiac arrest in relation to sex. Methods: All patients with out-of-hospital cardiac arrest included in the Swedish Cardiac Arrest Registry between 1990 and 2000 in whom cardiopulmonary resuscitation (CPR) was attempted and who did not have a crew witnessed arrest were included. The registry covers 85% of the inhabitants of Sweden (approximately 8 million inhabitants). P-values were adjusted to differences in age. Survival was defined as patients being hospitalised alive and being alive one month after cardiac arrest. In all, 23,797 patients participated in the survey of which 27.9% were women. Results: Among women 16.4% were hospitalised alive versus 13.2% among men (P<0.001). After one month 3.0% among women were alive versus 3.4% among men (NS). In a multivariate analysis considering differences in age and various factors at resuscitation female sex was an independent predictor for patients being hospitalised alive (odds ratio 1.66; 95% confidence limits 1.49–1.84) and for being alive after one month (odds ratio 1.27; 95% confidence limits 1.03–1.56). Women differed from men as they were older (P<0.001), had a lower prevalence of witnessed cardiac arrest (P=0.01), a lower occurrence of bystander CPR (P<0.001), a lower occurrence of ventricular fibrillation as initial arrhythmia (P<0.001) and a lower occurrence of cardiac disease judged to be the cause of cardiac arrest (P<0.0001). On the other hand they had a cardiac arrest at home more frequently (P<0.001).
Conclusion: Among patients suffering out-of-hospital cardiac arrest in Sweden which was not crew witnessed and in whom resuscitation efforts were attempted, female sex was associated with an increased survival.
Sumàrio
Objectivo: Avaliar a relação da sobrevivência após paragem cardı́aca extra-hospitalar com o sexo das vı́timas. Método: Todos os doentes com paragem cardı́aca extra-hospitalar, incluı́dos no registo sueco de paragens cardı́acas entre 1990 e 2000 nos quais foi tentada reanimação cardiopulmonar (CPR) e que não tiveram paragem testemunhada por uma equı́pa de reanimação. O registo cobre 85% dos habitantes da Suécia (aproximadamente 8 milhões de habitantes). Os valores de P foram ajustados para difernças de idade. A sobrevivência foi defenida como doentes com alta hospitalar vivos e que estavam vivos um mês após a paragem cardı́aca. Ao todo, participaram no registo 23,797 doentes dos quais 27.9% eram mulheres. Resultados:Entre as mulheres 16.4% tiveram alta hospitalar com vida vresus 13.2% entre os homens (P<0.001). Após um mês 3.0% das mulheres estavam vivas versus 3.4% entre os homens (NS): Numa análise multivariante considerando diferenças em idade e vários factores na reanimação, o sexo feminino foi um predictor independente para os doentes com alta hospitalar vivos (taxa de diferença 1.66; 95% limite de confiança 1.49-1.84) e para estarem vivos após um mês (Taxa de diferença 1.27; 95% limites de confiança 1.03-1.56). As mulheres diferiam dos homens por serem mais velhas (P<0.001), terem menor prevalência de paragem cardı́aca testemunhada (P=0.01), menor ocorrência de paragem cardı́aca testemunhada (P<0.001), menor ocorrência de fibrilhação ventricular como a arrı́tmia inicial (P<0.001) e menor ocorrência de doença cardı́aca como causa provável da paragem cardı́aca (P<0.0001). Por outro lado tinham mais frequentemente paragem cardı́aca em casa (P<0.001). Conclusão: Na Suécia O sexo femenı́no foi associado a um aumento da sobrevivência nos doentes vı́timas de paragem cardı́aca extra-hospitalar, não testemunhada pela equipa e nos quais foi realizada tentativa de reanimação.
Resumen
Objetivo: Evaluar la sobrevida después del paro cardı́aco extrahospitalario en relación con el sexo. Métodos: Se incluyeron todos los pacientes con paro cardı́aco extrahospitalario incluidos en el registro sueco de paro cardı́aco entre 1990 y 2000, en quienes se haya intentado reanimación cardiopulmonar(CPR) y cuyo evento no haya sido presenciado por equipos de reanimación. El registro cubre un 85% de los habitantes de Suecia (aproximadamente 8 millones de habitantes). Los valores de P fueron ajustados a las diferencias de edades. La sobrevida se definió como pacientes hospitalizados vivos y vivos un mes después del paro cardı́aco. En total , 23797 pacientes participaron en el estudio, de los cuales 27.9% fueron mujeres. Resultados: Entre las mujeres el 16.4% fueron hospitalizadas vivas versus 13.2% en hombres (P<0.001). Después de un mes 3.0% de las mujeres estaban vivas versus 3.4% de los hombres (NS). En un análisis multivariable considerando las diferencias en edad y varios factores en la resucitación, el sexo femenino fue un predictor independiente de ser hospitalizado vivo (odds ratio 1.66; 95% limite de confianza 1.49-1.84) y predictor independiente de estar vivo al mes (odds ratio 1.27; 95% limite de confianza 1.03-1.56). Las mujeres difirieron de los hombres en que eran de mayor edad (P<0.001), tenı́an una menor prevalencia de paro cardı́aco presenciado (P=0.01), menor ocurrencia de reanimación por testigos (P<0.001), una menor ocurrencia de fibrilación ventricular como arritmia inicial (P<0.001) y una menor ocurrencia de enfermedad cardı́aca considerada como causa del paro cardı́aco (P<0.0001). Por otro lado, presentaban paro cardı́aco en su hogar con mas frecuencia (P<0.001). Conclusión: Entre pacientes que sufren paro cardı́aco extrahospitalario no presenciado por personal de reanimación, en quienes se intentó reanimación, el sexo femenino se asoció con sobrevida aumentada.
Keywords: Cardiac arrest, Sex, Prognosis
Palavras Chave: Paragem cardı́aca, sexo, prognóstico
Palabras Clave: Paro cardı́aco, Sexo, Pronóstico
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PII: S0300-9572(03)00352-6
doi:10.1016/j.resuscitation.2003.09.012
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